Rapaz que matou uma pessoa na avenida Morangueira é preso com drogas e armas

A Divisão Estadual de Narcóticos de Maringá (Denarc) cumpriu dois mandados na tarde desta quarta-feira (26) em dois bairros da cidade. No Jardim Itália, os policiais prenderam Júnior Frederico da Silva, de 25 anos. Em sua casa, a polícia apreendeu 350 gramas de cocaína que estavam escondidas no motor de um carro VW Golf.

Na residência ainda foi apreendida uma pistola calibre 380, 100 munições de calibre do mesmo calibre e ainda 9 munições de calibre 357. Durante buscas, a Denarc localizou ainda R$ 500 em dinheiro. Os investigadores apreenderam um automóvel VW Gol que seria usado por Frederico para a entrega de drogas.

Os investigadores ainda prenderam no Conjunto Ebenezer outro irmão de Frederico. Foi cumprido em uma casa um mandado de prisão contra Adriano Frederico da Silva, de 31 anos. O rapaz estava sendo procurado pela Justiça por um crime de latrocínio que ocorreu no ano de 2009 na cidade de Sarandi.

Na época do crime, uma pessoa foi morta a facadas durante um roubo de uma bicicleta. Adriano Frederico que foi preso suspeito do crime ficou por mais de 1 ano e 8 meses na Casa de Custódia de Maringá. Júnior Frederico que foi preso com arma e drogas cometeu um assassinato em maio de 2018.

Júnior Frederico estava ocupando um automóvel VW Gol quando foi surpreendido por dois homens em uma motocicleta Titan sem placa. A abordagem aconteceu de madrugada na avenida Morangueira. Frederico sacou de uma pistola calibre 9mm atirou em direção da dupla.

Renato Dias de Paula, de 27 anos, foi atingido na cabeça e morreu na hora. O piloto da moto Maicon Willian Máximo da Silva, de 25 anos, fugiu mas foi preso logo em seguida pela PM. Os policiais apreenderam com Maicon dois simulacros de arma de fogo.

Júnior Frederico fugiu do local e se apresentou com o seu advogado quatro dias depois na Delegacia de Homicídios. O atirador confessou ter atirado na vítima pois ficou com medo de morrer durante a tentativa de assalto. Frederico ainda contou em seu depoimento que jogou a arma em uma mata.

No final do depoimento, Frederico disse que adquiriu a pistola pois estava sendo ameaçado de morte por causa de uma mulher que ele teria tido uma relação amorosa. Por fim, o autor do crime foi colocado em liberdade pelo delegado Diego Almeida.