Presas de Maringá são transferidas para a cadeia de Astorga

O Setor de Operações Especiais (SOE) montou um forte esquema de segurança para transferir 42 mulheres que estão presas na carceragem da Polícia Civil de Maringá. As presas foram levadas para a delegacia de Astorga. A determinação partiu do Departamento Penitenciário do Paraná (Depen) após um motim que aconteceu na ala feminina na semana passada.

Um agente de cadeia foi agredido por uma das presas após uma tentativa de manter o funcionário refém. De acordo com o grupo SOE, todas as mulheres que forem presas em flagrante pelas polícias serão transferidas dois ou três dias depois para Astorga.

A Cadeia Pública de Astorga terá a capacidade máxima para 80 presas. As detentas terão salas para atendimento, como ambulatório médico e oportunidades de trabalho, escolarização e profissionalização em parcerias com Poder Judiciário, Ministério Público e Conselhos da Comunidade de Astorga e Maringá.

“A determinação é para que não fique nenhuma presa na delegacia de Maringá”, disse Luciano Brito, coordenador regional do grupo SOE.