Crime brutal contra Fulgêncio Sanches completa 1 ano

Está completando nesta sexta-feira (8), 1 ano da morte de Fulgêncio Sanches, que aos 39 anos foi encontrado morto dentro do porta-malas de seu automóvel GM Prisma em uma área rural em Paiçandu. O corpo estava carbonizado e esquartejado.

Fulgêncio Sanches desapareceu na tarde do dia 7 de novembro do ano passado. Fulgêncio que era funcionário da Delegacia de Polícia Civil de Mandaguaçu saiu de casa no dia 7 para ir à missa na Paróquia Santa Maria Goretti, em Maringá, e, desde então, foi dado como desaparecido.

No dia em que a polícia encontrou o veículo incendiado, um facão e martelo também foi localizado dentro do porta-malas. Essas ferramentas possivelmente foram usadas pelo assassino para esquartejar o corpo de Fulgêncio.

Na época a Polícia Civil de Maringá divulgou uma imagem de um homem dirigindo o veículo da vítima. O principal suspeito que tinha os braços fortes ainda usava óculos escuro. Essa é a única imagem do autor da barbárie.

A Delegacia de Homicídios assumiu o caso na época à pedido do comando da Polícia Civil de Maringá. Ninguém foi preso até agora. O delegado Diego Almeida, disse que a investigação não parou nenhum momento, mas que pouca informação prejudicou os trabalhos dos policiais.

“A única coisa que temos em mãos é a imagem do assassino”, diz o delegado. A dona Izolina do Rosário, mãe de Fulgêncio, deixou a cidade de Mandaguaçu após a morte do filho. Hoje ela vive com os filhos no Jardim Alvorada em Maringá. Ela acredita ainda que a polícia vai prender o criminoso que tirou a vida do filho.